Bumba meu Boi – tema janeiro

Em 2012, o Bumba Meu Boi foi incluído na lista de Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). E em dezembro de 2019 a UNESCO deu o título como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, Na lista, com o mesmo título, também estão:  Arte Kusiwa, o Samba de Roda, o Frevo, o Círio de Nossa Senhora de Nazaré e a Roda de Capoeira.

E para prestigiar esse título, o tema do mê de janeiro para a nova Decoração na Caixa da Azul Céu será com o tema Bumba Meu Boi.

O tema é repleto de formas de expressão, sendo elas: dança, música, teatro e brincadeira para contar a história da lenda de um boi, que nos simboliza a renovação.

A lenda, já miscigenada com a cultura indígena e africana deu origem ao evento cultural que conhecemos hoje e, que surgiu no Maranhão, desde o século XVIII, nas festas em comemoração aos santos populares, nos meses de junho e julho.

Umas das versões da lenda foi inspirada na Mãe Catirina e no Pai Francisco (Chico), ambos negros escravos e trabalhadores numa fazenda.

Ao ficar grávida, a Mãe Catirina deseja comer a língua de um boi. Para satisfazer a vontade dela, Chico mata um dos bois do rebanho, que, no entanto, era um dos preferidos do fazendeiro. Que ao perceber sua falta pede para todos encontrá-lo. O boi foi encontrado morto, e com a ajuda de um pajé é ressuscitado. 

A festa é celebrada para comemorar esse milagre.

E com todo o simbolismo envolvida nessa lenda o tema será trabalhado em muitas cores, brincadeiras e teatralidade.

Fique com a gente e acompanhe a criação dessa decoração.

fonte: Toda Materia, Nações Unidas, Educa Mais Brasil , IPHAN



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Azul Céu Design e Festas

Sou Andrea, designer a mais de 15 anos, mãe dos trigêmeos mais amados do mundo e fundadora da Azul Céu, design e festas. Incomodava tudo ser jogado no lixo após as festas. Então pensando também em nossa economia atual acabei transformando os produtos de decoração das festas em algo reutilizável. E surgiu a técnica com toda essa identidade de textura e cores. E que é impossível vê-las no lixo. Do papel à transformação – do Descartável para o Reutilizado. Das festinhas para o quartinho.

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